Carta aberta à minha cura
Descobri a minha cura, descobri que ainda há vida para além da maternidade mesmo ela sendo a minha prioridade.
E que ano 2025…
Foste um abre olhos em vários aspectos do início ao fim mas jamais te podia sacrificar como sendo o pior ano, pelo contrário, deste me mais do que aquilo que pedi.
O que ficou pelo caminho não foi perda, foi aprendizado, e algo de melhor estava por vir.
Fevereiro, o mês do real recomeço, o mês em que segui firme e forte com o melhor do mundo nos braços, o meu filho.
O mês da cura, o mês de encerramento de ciclos e de me sentir leve.
2025, tu foste tão leve mesmo tendo acabado de uma forma tão pesada, foste a minha cura em todos os meses e tenho tanto a agradecer te.
E mesmo quando tudo parecia pesado, foste ensinamento, e mais uma vez, foste cura mesmo quando eu pensava que não tinha forças. Afastei me de pessoas e de lugares que no fundo, não me acrescentavam.
Dei oportunidades a pessoas mesmo sabendo que não se abrem exceções, mesmo sabendo que a intuição nunca falha.
Apresentaste me pessoas que me acrescentaram, que me fizeram ver a vida de outra forma, que me curaram e tiraram peso da mochila juntamente comigo.
Fizeste me perceber que para amar alguém, eu teria de me amar e curar primeiro. Que primeiro estou eu e depois estão os outros, e que a cura é o melhor remédio.
É tão bom sentir que estou no caminho certo, lado a lado com a consciência de que é aqui que quero estar.
A solitude é das melhores coisas da vida quando sabes que não estás a perder nada, estás a acrescentar algo a ti mesmo que mais ninguém o pode fazer por ti. E é tão bom voltar a sentir me leve, a respirar sem doer o peito.
Fevereiro, serás sempre uma benção, e o mês dos recomeços.
Obrigado por seres cura ❤️🩹
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